No início da madrugada do dia 26 de abril de 1986, aproveitando um desligamento de rotina, procederam-se à realização de alguns testes para observar o funcionamento do reator a baixa energia. Os técnicos encarregados desses testes não seguiram as normas de segurança e pelo fato do moderador de neutrons ser à base de grafite, o reator poderia apresentar instabilidade num curto período de tempo, o que acabou por acontecer.
Quando em determinado período, os técnicos tentaram desligar o reator e não conseguiram e então o superaquecimento do reator fez com que houvesse uma explosão. A explosão arrebentou a laje do edifício e libertou sobre a atmosfera gases e partículas radioativas. O ar que entrou na central que estava queimando levou à combustão do grafite que continuou queimando e libertando material radioativo por mais dez dias.
Foi quando na Dinamarca detectaram uma elevação nos níveis radioativos e então o governo da URSS se propôs a ajudar nas soluções que deveriam ser tomadas. Carregada pelos ventos, a nuvem radioativa rapidamente se espalhou pela Ucrânia, Bielorússia, Federação Russa, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia.
Em seguida contaminou a Europa Central principalmente a Áustria e regiões dos Bálcãs, Itália, França, Reino Unido e Irlanda. Foram aproximadamente 200 mil quilômetros quadrados de solo europeu contaminado. (FONTE: wIKIPEDIA)


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